quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

sexta-feira, 13 de março de 2009


O encontro daquele amor...


Os olhos brilhavam como um flash que anestesiava aquelas almas.

Os sorrisos trêmulos condenavam a malícia e a timidez presentes naquele momento...

Arrepios seguiam uma reação em cadeia, que ganhava todo o corpo, na extensão do abraço forte que unia aqueles corpos. Acolhimento recíproco, simbiose de ternura...

O sentimento oculto escancarava-se como um grito na estrada, sem disfarce, como um desejo, como um querer profundo, sobrenatural, sobre a natureza de cada um.

Guiados pelos sentidos, na velocidade de um sonho, rumo à qualquer lugar.

Iluminados pela lua, alcançados pela brisa atrevida que bagunçava os cabelos e as vontades...

Um cheiro de saudade morta ganhava as inspirações, como se sangrasse ao lembrar da partida.

Os peitos apelavam, invocavam, clamavam, ao se verem reféns desse vício...

E juntos sentiram a calmaria e tocaram o céu, porque eles podem!

No final, ficaram as marcas, os cabelos bagunçados, mas não foi a brisa...

fica o perfume trocado, a boca molhada, a roupa amassada...

e um turbilhão de sensações boas nessas vidas que se amam...

terça-feira, 3 de março de 2009

A primeira idéia a gente nunca esquece...


B rota pequena, cresce
L igeiramente, mas não pára de crescer...
A lguns dizem que é rara, outros nunca viram!

B albuciando ruídos, estala no amanhecer
L evanta com o sol o seu processo de amadurecimento.
A rrastando impressões dos que a observam!

B alança no galho, não cai porque é firme! Vem
L á de longe, de onde toda beleza do mundo se esconde...
A gora acredite, eu vi e conversei com uma amora!

D etalhes grandes, um papo qualquer, graça tamanha!
A lém das formalidades, além da forma e da idade também...
S orte minha, eu conheço uma amora!

I nspirador foi o diálogo, em meio a sanidade e os
D evaneios nossos,
É s a água que nasce da fonte da criatividade, que
I rriga a cuca e
A bastece a cede dos ávidos por idéias! ou
S omente, mais um blá blá blá...